MARATONA DE PENEDO GORDO (2004.09.18)
Relato da nossa participação


Sucesso e desilusão foram algumas das sensações que pudemos experimentar no final do dia em Penedo Gordo.
Sucesso dos que conseguiram chegar ao fim, independentemente do tempo que demoraram a percorrer os 115 km, e desilusão dos que tiveram que desistir, para o que a organização deu um forte contributo, ao retirar muito cedo as marcações do percurso e o primeiro ponto de assistência.
A nossa chegada ao Penedo Gordo muito perto da hora de começar a prova contribuiu para alguma desorganização do grupo e para a separação em pequenos grupos logo ao início, sem percebermos bem onde estava cada um. O azar de um de nós, que teve quatro furos logo nos primeiros quilómetros, provocou-lhe um atraso enorme. Quando, já acompanhado por outro dos nossos, tentavam recuperar o tempo perdido nas reparações, não conseguiram dar com as marcações, acabando os dois por serem obrigados a desistir e voltar por estrada para o Penedo Gordo, depois de inúmeras tentativas para descobrir o percurso. No final tinham feito 80 km sem poderem ser classificados.

Em contrapartida, cinco dos restantes elementos concluíram os 115 km com tempos que variaram entre 6h42m e 7h30m. Outro elemento optou por fazer apenas os 55 km, com o tempo de 5h12m.

Para finalizar, referimos algumas curiosidades da nossa participação.
O prémio “Azar” vai para o Fernando, que furou quatro vezes nos primeiros 25 km.
O prémio “Sorte” vai para o Delgado que fez a prova toda sem furar, sendo brindado com um furo logo após cortar a meta.
O prémio “Milagre” vai para o Paulo Leitão, que além de conseguir fazer os 115 km, ainda conseguiu acabar a prova com oito picos espetados na roda de trás e sete na roda da frente, mas sem ter que mudar câmaras nem reparar furos.
O prémio “Pedalada Mais Forte” vai para o Paulo Alexandrino, que ligou o rapidíssimo logo à partida e foi o primeiro de nós a chegar à meta no final dos 115 km. Para castigo, teve que esperar quase uma hora por quem tinha a chave do carro onde ele tinha as coisas guardadas.
Menção ainda para o Sérgio, Hélder, João e Paulo que nos acompanharam nesta participação.
O Sérgio fez os 115 km sem furos e conseguiu chegar ao fim, apesar de repetidos problemas num dos pedais. O Hélder furou a 8 km da meta e teve que esperar que alguém lhe emprestasse uma câmara, o que conseguiu. O João recebe o prémio “Solidariedade” porque voltou para trás para ajudar o Fernando na altura dos furos e acabou por ter que desistir com ele. O Paulo (III) teve mais juízo que todos nós, porque optou pelo percurso mais curto e, quando nós chegámos, já ele estava à sombrinha a beber imperiais.

Independentemente dos contratempos estamos ansiosos pela próxima participação numa prova deste tipo.


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Página de apresentação do grupo